II Congresso Nacional da Pastoral da Saúde Criação em todas as dioceses de centros de apoio à vida e à maternidade e simultaneamente apostar em espaços de apoio a doentes terminais. Estas são duas das principais conclusões do II Congresso Nacional da Pastoral da Saúde, que, no sábado passado, terminou em Fátima, propõe.
Padre Feytor Pinto, coordenador nacional da Pastoral da Saúde, defendeu que, para lá dos centros de dia e do apoio domiciliário já prestado através das paróquias, é importante que a Igreja seja “capaz de criar, em cada diocese, uma unidade de cuidados continuados, inclusivamente com uma unidade de cuidados paliativos”, pois “esta é uma área fundamental em que a Igreja tem um papel que não pode desprezar”.
Os mil e duzentos congressistas, entre os quais uma delegação da diocese de Aveiro, afirmaram no comunicado final que a Pastoral da Saúde é “uma área onde as iniciativas de formação, de tratamento ou de acompanhamento se identificam melhor com novas formas de evangelização, animadas pela criatividade nascida da ‘fantasia da caridade’”. É necessário “defender e promover a qualidade de vida da pessoa humana, em todo o ciclo vital” – lê-se –, de modo a “dar mais anos à vida” e “mais vida aos anos”.
