Reaprender… para viver melhor A acção de graças, que deve dispor sempre de um momento de silêncio orante, é muito importante para viver o momento e rever toda a celebração com as graças recebidas e os apelos sentidos. De algum modo, a assembleia beneficia destes sentimentos na oração conclusiva, que ela faz sua, com a proclamação do “Amen”.
Dois elementos se relevam nesta parte da celebração: o silêncio e a oração conclusiva. A tendência de preencher este momento com cânticos longos, perturba a celebração. O silêncio não é o vazio! Não tenhamos medo, responsáveis pastorais, de proporcionar a serenidade do silêncio, que favorece a interiorização e a profundidade de pensamentos e sentimentos, a consciencialização da experiência vivida. É contra a corrente, do barulho e do frenesim; mas é fundamental e educativo.
Depois, é de todo incorrecto separar este silêncio da oração conclusiva, seja com movimentações, seja com a intromissão de “acções” estranhas, seja – meu Deus! – com um estendal de avisos. A oração conclusiva exprime, habitualmente, um pedido-desejo, que é uma forma de compromisso, o meio mais imediato de levar a Missa para a vida, que poderá ser desdobrado nas advertências antes do rito conclusivo e envio.
