A alegria de amar e ser amado!

Na noite de 11 de Maio, o casal Mónica e Pedro, da Fraternidade Missionária Verbum Dei, partilhou sobre “a alegria de amar e ser amado”, em mais um “Ca’fé Musical”. Esta iniciativa reúne jovens de Oliveira do Bairro e de paróquias vizinhas à volta de um café e de um tema de grande interesse. Aqui ficam os ecos de jovens participantes.

A felicidade do outro é a minha felicidade

Quando pensamos em amor, vêm-nos à mente frases feitas que nós tantas vezes ouvimos e que para algumas pessoas soam a falso!

Cada um de nós vive o amor à sua maneira e, muitas vezes, aquelas “frases feitas” não se adequam ao amor que sentimos. Cada um vive uma realidade de amor diferente, pois também experimenta diferentes situações na vida. Importante mesmo é viver no amor e experimentá-lo a cada dia. A forma, essa devemos procurá-la.

Neste Ca’Fé Musical, “A alegria de amar e ser amado”, o casal testemunhou as diferenças que viviam numa primeira fase e a forma como estas influenciavam ou não a harmonia entre os dois. Enquanto que para um bastava “amor e uma cabana”, outro sonhava com muito mais. Contudo, foram descobrindo a forma de se entregarem totalmente um ao outro, até perceberem que “ser amado” se mistura muito com “amar”. “Numa primeira fase, procuramos muito ser amados e sentimos imenso essa necessidade; mas depois percebemos que, afinal, no casamento, o que promtemos foi amar o outro em todas as circunstâncias, até ao fim das nossas vidas, e não ser amados pelo outro até ao fim das nossas vidas.” Isto muda completamente as coisas, pois torna-se claro que a felicidade do outro é a minha felicidade. Como posso ser feliz sem fazer feliz a pessoa que amo? Este casal testemunhou bem como o tem conseguido ao longo dos anos. Passa efectivamente por aí, procurar antes de mais amar o outro, alegrar-se com a alegria do outro e depois reconhecer que também é amado, pois o outro vive igualmente segundo os mesmos princípios. Dito assim, até parece óbvio e fácil de concretizar, mas deixaram claro que não é bem assim. A vida é cheia de exigências e viver em casal não foge à regra. “Muitos dos nossos amigos diziam que os primeiros anos de casamento eram os melhores, que devíamos aproveitar bem. Mas os nossos primeiros tempos foram precisamente os mais difíceis”. É verdade que precisamos continuamente de nos sentir fortes para conseguir viver o que se promete no dia do casamento. “Essa força encontrámo-la em Deus, na Sua Palavra; foi Ele que deu e continua a dar sentido a esta forma de viver e razões para continuar. Sem Ele, já não estaríamos juntos, ou melhor, se não fosse por Ele, nunca nos teríamos unido!”

Lurdes A. e L.R. (casal de noivos)

Há um farol que ilumina, une e renova

Que bonita noite, com música ao vivo e testemunho de vida e amor!

Tinha ouvido falar destes momentos e vim de outra paróquia para um momento diferente.

Neste Ca’fé concerto, tive mais uma oportunidade de ouvir a partilha deste casal missionário, a Mónica e o Pedro. O seu testemunho é para mim muito importante… Constatei como é possível, nos dias de hoje, dois seres humanos viverem um amor autêntico e profundo. Este amor vai-se desenvolvendo e fortalecendo, à medida que vai sendo alimentado.

Contudo, no caminho do amor, também surgem as dificuldades, que por vezes parecem maiores que as nossas próprias forças… A confiança no olhar atento de Deus é o farol que ilumina, une e renova com Amor os dois corações…

Vera

Sabemos de tantas histórias sem harmonia…

Ainda há casais apaixonados …o Amor verdadeiro é possível!

Sim, foi o que nós captámos do testemunho vivo que ouvimos no Ca´fé Musical. Eles, com duas filhas e quase com a terceira a nascer, falaram de amor que compreende, ajuda a crescer, e dá sentido.

Os seus olhares também transmitiam alegria, felicidade. Foi um momento lindo.

Aquele casal tem uma forma de levar a vida com amor e fé e isso faz ultrapassar obstáculos. Deram exemplos concretos das suas vivências.

O ambiente era óptimo, a música ajudou e o contacto com outros jovens; e desta vez estavam ainda mais pessoas. O tema foi apresentado de forma real e isso ajuda-nos a ter esperança. Sabemos de tantas situações de histórias onde não há harmonia, mas a forma como nos falaram transmitiu a confiança, de que é possível amar mesmo e ao longo do tempo. Ouvi-los dar testemunho não cansou.

Espero que haja mais iniciativas destas, e diferentes, e que mais jovens possam aproveitar e participar neste tipo de encontros. Não são uma seca!

Grupo crisma