Pergunta da Semana Joel Oliveira, 27 anos,
empresário, São João da Madeira
“Acho que pode ter uma boa repercussão principalmente entre os mais novos, que são os que estão mais receptivos. Os adultos já estão cansados e as iniciativas para cativá-los para um maior envolvimento com esta temática podem ser em vão. Considero que todos os direitos da Declaração são importantes. Penso que ajudaria haver grupos para a introspecção e o estudo da Declaração, com o objectivo de conhecê-la, de consciencializar as pessoas para a sua importância e de pensar como agir para que os direitos sejam cumpridos”.
Karina Oliveira, 25 anos,
enfermeira, Ílhavo
“Acredito que, graças às comemorações, há maior sensibilização para o tema. As pessoas, ao ouvir falar do tema, são alertadas para que essa causa não esteja adormecida… E nem pode estar adormecida, porque, no mundo, há pessoas que gritam por esses direitos. Não podemos cruzar os braços! Como enfermeira, tenho mais atenção para os direitos relacionados com a saúde, mas a Declaração, por referir-se a diversos direitos, ajuda-me a perceber que também há outras coisas que são prioritárias, como a liberdade, a educação…”
