A esquerda terá como vocação própria matar e enterrar?

Uma pedrada por semana Sou levado a pensar que a esquerda, pessoal e dos partidos, que por aí vamos vendo, sublinha a sua vocação de fidelidade a uma cultura de morte e de coveira da vida. Mas será isto a esquerda social para os que teimam em dividir a sociedade segundo as mãos, mais do que usar estas para unir e construir com a riqueza de cada um? Para mim, não.

Não há que estranhar esta esquerda mutilada, mas estar atento aos ventos que sopram.

Tem sido este o seu caminho e militância ante a vida indefesa no seio da mãe, com a lei do aborto, cada vez impunemente mais espalhado. Foi caminho de morte a fácil destruição das famílias com dificuldades normais, com a lei ultra permissiva e fácil do divórcio. Anda o mesmo caminho ao desvirtuar a educação da afectividade, da responsabilidade e da superação dos instintos, com as leis do planeamento familiar e da educação sexual e os meios facilitadores de uma coisa e outra. Leva igual rumo a sua intervenção, de cima para baixo e de baixo para cima, que vai destruindo as escolas, o trabalho de muitos educadores conscientes, a esperança da gente nova e a renovação da sociedade, quando parece que apenas conta o número de euros e os direitos pessoais de alguns. Mata-se ou esconde-se a verdade da natureza humana, seus direitos e exigências, sob a pressão de militâncias fomentadas que, ao quererem, ainda que legitimamente alguma coisa, se esquecem que os outros e as instituições fundamentais também têm direito a que não os minimizem, nem desprezem. A destruição faz caminho ainda, no menosprezo abafador da iniciativa privada e da opinião própria, na anulação do poder crítico, na massificação programada, ao impor de critérios sociais mais que discutíveis, no determinismo estatizante vigente…Assim deixa no seu rasto, indiferença progressiva, pessimismo corrosivo, clima de interesses perturbadores da verdade e da justiça, descaracterização do país e dos seus valores culturais e históricos.

A mesma esquerda já anunciou, por vozes diversas, que é a favor da eutanásia, e que venha ela, quanto antes.

Será desta esquerda que os portugueses precisam?