Abrir a alma!

Reaprender… para viver melhor “Acusar os pecados pessoais é uma exigência, antes de mais, da necessidade de que o pecador seja conhecido”…, para que o confessor possa avaliar a gravidade dos pecados e do arrependimento do penitente. E, na sequência, possa ajudá-lo a desenhar o caminho de consolidação da conversão.

“A acusação dos pecados é também o gesto do filho pródigo que volta para o pai e é acolhido por ele com o beijo da paz; gesto de lealdade e de coragem; gesto de entrega de si mesmo à misericórdia que, vencendo o pecado, perdoa.”

“Pecaste? – pergunta São João Crisóstomo – então confessa a Deus!… Denuncia o teu pecado, se quiseres que te seja perdoado. Não precisas de te cansares para fazer isto, nem de dizer muitas palavras ou de gastar dinheiro; nada disso. Basta reconheceres de boa fé os teus pecados e dizeres: Pequei”.

Trata-se, mais uma vez, de verdade e transparência, de simplicidade de coração e lealdade, libertadoras para o penitente. Trata-se de tornar visível o que vai no coração, para que o gesto sacramental seja completo e verdadeiro.

Q.S.