A “Patrimónios” promove e divulga a investigação na região de Aveiro. Saiu o n.º 9.
A Associação de Defesa e Estudo do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro (ADERAV) apresentou publicamente o n.º 9 da sua revista, intitulada “Patrimónios”, numa sessão realizada no Museu de Aveiro que contou com as participações de Lauro Marques, presidente da ADERAV, Paulo César Santos, diretor do Museu de Aveiro, Maria da Luz Nolasco, vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Aveiro, e Delfim Bismark, diretor da “Patrimónios”.
O número agora apresentado é referente ao ano de 2011. No entanto, Lauro Marques deixou a promessa de que até ao final de 2012, será publicado o número referente ao ano em curso, o qual assinalará também o décimo aniversário da “Patrimónios”.
No n.º 9 da Património encontram-se artigos sobre “Hipólito Andrade – Mestre de aguarela e pintor da Ria”, “Cagaréus, Ceboleiros… e outras gentes vizinhas”, “O culto mariano no concelho de Ovar”, “José Leite de Vasconcelos e Patrício Theodoro Álvares Ferreira – Correspondência (1899 – 1931)”, “Os arquivos paroquiais: fontes informativas para o estudo do património religioso de Aveiro”, “A capela de S. Domingos e dos Santos da Ordem no Convento de Jesus de Aveiro”, “Relíquia da floresta primitiva portuguesa: mata climática do Buçaco”, “José Ferreira da Cunha e Sousa – O pioneiro da museologia industrial, em Portugal”, “Os retábulos barrocos das igrejas paroquiais de Vale de Cambra”, “Património industrial – a Oliva”, “As principais unidades fabris de produção azulejar – Notas da atividade cerâmica em Aveiro até 1882”, “A importância do Fundo dos Feitos Findos da Torre do Tombo para a história local: o caso de Aveiro” e “O Infante D. Pedro, a Princesa Santa Joana e Aveiro”.
No final da apresentação, José António Rebocho Christo, licenciado em História da Arte e conservador no Museu de Aveiro, dirigiu uma visita comentada à sala do Museu de Aveiro que reúne parte do espólio da antiga capela de S. Domingos e dos Santos da Ordem do Convento de Jesus de Aveiro, na qual apresentou um conjunto de pinturas setecentistas da autoria de António André e uma imagem (escultura) relicário de S. Domingos.
