José Carlos da Silva Lopes foi ordenado padre por D. António Francisco, na Sé de Aveiro, no dia 11 de Julho. “Vida dada por inteiro e para sempre”
“A oração e a escuta da voz de Deus guiaram os passos dados pelo diácono José Carlos da Silva Lopes e abriram horizontes de esperança a todos quantos desde o início acreditaram que este dia havia de chegar”, afirmou D. António Francisco, na homilia que precedeu a ordenação do novo padre. Momentos antes, o Bispo de Aveiro afirmou: “Hoje é um dia de alegria e de esperança para a Igreja de Aveiro. Vivemos esta hora (…) como momento marcante de uma longa caminhada, em que o dom da vida, a graça da fé, a voz do chamamento, a presença da família e da paróquia e a formação recebida nos seminários e nas escolas se fizeram companheiros de viagem deste ordinando”.
D. António Francisco afirmou que a ordenação presbiteral “só se compreende e só se pode viver centrados em Cristo. (…) Não é uma graça fácil. Exige oração confiante de toda a Igreja e implica uma permanente generosidade daquele que acolhe o chamamento e se decide livremente a seguir Jesus na alegria e na fidelidade”.
Por outro lado, realçou que “a Boa Nova tem de ser proclamada com um sentido de urgência irresistível, com uma profunda confiança em Deus e com uma incontida doação no serviço ao seu povo”. O padre, à semelhança do Bom Pastor, é ungido para “pregar, consolar, dar coragem e esperança a quantos estão subjugados pela dura realidade da vida presente”. O Bispo de Aveiro notou que se é “impossível concretizar, sozinhos, esta missão”, não falta a “certeza da audácia de Deus”.
Sobre o novo padre no clero diocesano, disse: “É apenas um presbítero a ser ordenado mas tem o sentido da totalidade e o valor de uma vida dada por inteiro e para sempre. É o sangue novo a pulsar no nosso presbitério e a dizer-nos o sentido do caminho a percorrer”.
José Carlos da Silva Lopes, natural da Ribeira de Fráguas (24 de Dezembro de 1983), Albergaria, estudou nos seminários de Aveiro, Leiria e Coimbra. Está a concluir o curso de Teologia. Desconhece-se neste momento a que trabalho pastoral vai ficar ligado.
