Amnistia Internacional responde a críticas do Vaticano

A Amnistia Internacional negou que se dedique a promover o aborto como “direito universal”, em resposta ao Vaticano, que criticara a organização por defender o aborto em caso de violação.

A organização reafirma, em comunicado, a sua política, adoptada em Abril, de apoio à despenalização do aborto e à garantia, por parte das mulheres, de que “tenham acesso aos serviços de saúde quando surjam complicações” relacionadas com a interrupção da gravidez.

A AI reconhece, no entanto, o direito do Vaticano de manter os seus pontos de vista sobre o aborto e assinalou que há uma série de temas em que as duas instituições podem colaborar, nomeadamente campanhas contra a pena de morte, a favor da libertação de presos políticos e abolição da tortura.