Confessar-se a quem?

Reaprender… para viver melhor “Este poder de perdoar pecados é conferido por Jesus, através do Espírito Santo, a simples homens, também eles sujeitos à insídia do pecado: ‘Recebei o Espírito Santo. Os pecados daqueles a quem perdoardes, serão perdoados.’ Esta é uma das novidades evangélicas mais notáveis.

Aqui revela-se em toda a sua grandeza a figura do ministro do Sacramento da Penitência, que, por costume antiquíssimo, se chama confessor. Como no altar, onde celebra a Eucaristia, e como em cada um dos Sacramentos, o Sacerdote, ministro da Penitência, actua ‘in persona Christi’.

Confessamos os nossos pecados ao próprio Deus, embora no confessionário sejam escutados pelo homem-sacerdote (Hom. 16.03.80).”

A disponibilidade, a alegria pastoral, um coração de misericórdia, um abraço acolhedor… nem sempre são fáceis. Mas são a única forma de ser confessor, devolvendo aos cristãos o gosto do encontro feliz com o Pai. “Que tesouro de graça, de vida verdadeira e irradiação espiritual não teria a Igreja, se cada Sacerdote se mostrasse solícito em nunca faltar, por negligência ou pretextos vários, ao encontro com os fiéis no confessionário” (Disc. 20.04.79).