Cristãos normais

LIVRO O que há de comum entre Robert Baden-Powell, Óscar Romero, Catarina de Sena, Joana de Portugal, Gilbert Chesterton, Edith Stein, Albert Schweitzer, António de Lisboa ou Teresa de Calcutá? Viveram em épocas diferentes, uns são santos, outros não, uns católicos, outros protestantes ou anglicanos… mas todos são cristãos. Encontraram na fé que testemunharam a chave da felicidade, são “vidas com sentido, vidas de luz”. Por isso é-lhes dedicada uma página em “Cristãos Felizes”, de Pedrosa Ferreira. Ao todo, são 150 as minibiografias que este livro apresenta (uma por página). Lêem-se de uma penada, não só por serem breves, mas principalmente por estarem bem escritas: factos essenciais, bem encadeados e em linguagem simples.

Alguém afirmou um dia que a igreja e o cristianismo existem não para dar dores de cabeça, mas para ensinar o caminho da felicidade (aquele que leva ao que disse: “Eu vim para que tenham vida em abundância”). Aqui estão 150 exemplos da finalidade da Igreja cristã. A felicidade devia ser uma coisa normal nos cristãos.

Cristãos Felizes

Pedrosa Ferreira

Edições Salesianas

160 páginas