D. António Francisco celebrou na Sé ao completar quatro anos em Aveiro. Pediu atenção às situações de indigência, com a força de Maria.
O Bispo de Aveiro celebrou “com acrescida gratidão” e recordou com “renovado sentido de missão” a sua entrada na Diocese há quatro anos. Presidindo à Eucaristia na Sé de Aveiro, no dia da Imaculada Conceição, quando também completava 38 anos de ordenação de padre, D. António Francisco recordou os diversos padres da Diocese de Aveiro que foram ordenados a 8 de Dezembro e pediu à Mãe de Jesus: “Que Nossa Senhora, a Imaculada, me guie, abençoe e ilumine para que seja fiel e generoso no ministério que Deus me confiou ao vosso [dos diocesanos] serviço”.
Assumindo o sentir da comunidade, o pároco da Sé, P.e Fausto Oliveira, manifestou, no final da Eucaristia, a “alegria de ter connosco” o Bispo de Aveiro.
Na homilia, sobre a Imaculada Conceição, D. António Francisco afirmou: “Na casa de Nazaré, encontraram-se Deus e o Homem, anulando qualquer distância”. Em Maria “tabernáculo da Nova Aliança”, brilha a graça de Deus. Nela, “mulher simples e humilde, Deus realiza a intervenção maior da história, esperada desde sempre”.
“Com Maria” – alertou o Bispo de Aveiro, remetendo para a mensagem dos bispos portugueses [ver página 19] –, especialmente nesta época de Natal, não podemos ficar parados e insensíveis perante “os indigentes”, os que são “forçados à humilhação”, e à “insegurança”, os que vivem “situações de pobreza”.
J.P.F.
