Doentes em peregrinação a Schoenstatt

Cerca de 300 doentes, familiares e cuidadores participaram no dia 31 de Maio na peregrinação diocesana ao Santuário de Schoenstatt, na Gafanha da Nazaré.

Na partilha que antecedeu a Eucaristia, D. António Marcelino esclareceu que os visitadores de doentes “não substituem a família”, mas devem “ajudar a família a ser mais família”. O Bispo Emérito de Aveiro realçou que “um doente na família é uma graça” porque “dá a possibilidade a todos os familiares de iram pagando a grande dívida de amor que nunca está totalmente paga”.

Fazendo eco da reflexão de um grupo de doentes e cuidadores, e dirigindo-se em especial a estes últimos, D. António Marcelino avisou que “os doentes não gostam de ver visitadores tristes”. A missão de visitar os doentes é para fazer com alegria porque “um sorriso desencadeia sorrisos”. Por outro lado, os doentes não se devem sentir como um peso, porque têm o direito de serem amados pela família, pelos cristãos e pelas comunidades. D. António Marcelino lamentou que ainda haja paróquias sem visitadores e lembrou que João Paulo II, no início do seu pontificado, afirmou que contava muito especialmente com os doentes para o ajudarem a levar a cruz.