Maçonaria Maçonaria, sociedade secreta que não tem, como objetivo, conquistar o poder, mas, afinal, eles estão lá!
Não sei o que se passa, mas os órgãos da comunicação social não têm falado noutra coisa. A maçonaria, como sociedade secreta, proibida em Portugal em 1926, existe em Portugal e em várias regiões do globo.
Trata-se de uma organização em que entram pessoas depois de uma apertada seleção. Só se é admitido na ordem ou na loja depois de certas cerimónias de iniciação. Os adeptos juram nada revelar dos segredos da ordem. Nem o que lá se passa. Claro que se falham neste campo, não sei o que lhes acontecerá…
Uma coisa é certa, não têm como objetivo conquistar o poder. Mas há alguns que lá estão. Isto faz-me lembrar a avestruz a enfiar a cabeça na areia!
A instituição maçónica que deve a sua existência a uma confraria de pedreiros construtores que desde o século VIII percorreram a Europa. Estiveram na origem da construção das basílicas góticas.
Estas lojas maçónicas hoje estão transformadas em associações mutualistas e até filantrópicas, cuja ação pouco se nota.
Sob o ponto de vista religioso, não têm nada. Deus, para o maçónico, não existe. Não lhes diz nada. Há mais de cinquenta anos, eu já ouvia dizer à minha avó, que não sabia ler nem escrever, que quem não fosse à Missa era maçónico. Não dizia ateu, chamava-lhes maçónico. Ela lá sabia porquê.
Daí, termos a Europa que temos!
O Papa Paulo VI continua ainda a gritar, e continuará: “Homens, sede homens”.
Basílio de Oliveira, Vagos
Nota da redação: A Maçonaria remete as suas origens para os pedreiros medievais (“mason”, em inglês, e “maçon”, em francês, quer dizer pedreiro), que eram das poucas pessoas que, pela sua própria profissão, tinham liberdade de movimentos na Idade Média, ou mesmo para os pedreiros que construíram o templo de Salomão (séc. X a.C.). Na realidade, a Maçonaria moderna e os seus ritos foram inventados nos séculos XVII-XVIII em França, Inglaterra e Escócia, sem relação direta com os construtores de catedrais. Por outro lado, habitualmente diz-se que a maçonaria acredita em Deus como “Grande Arquiteto”, mas sem reconhecer a revelação bíblica. Ou seja, os maçons, do ponto de vista filosófico, são deístas. E os deístas, na vivência diária, não acreditando num deus pessoal, não se distinguem dos ateus e agnósticos.
