BEIRA-MAR 1 – 1 VARZIM NUNO CANIÇO
O Beira-Mar não conseguiu capitalizar o ânimo que a goleada na derradeira jornada deu à equipa ao ceder novo empate no seu reduto, onde ainda não venceu. A melhoria exibicional é, no entanto, notória e motivadora
A circunstância – Estádio Municipal de Aveiro; 1673 espectadores; Árbitro: Paulo Baptista
Antevisão – Depois de cinco jogos sem marcar e que se saldaram em três empates e duas derrotas, o Beira-Mar surpreendeu e goleou o Vizela por 3-0. Perspectivava-se então um regresso moralizado da equipa aos jogos em Aveiro. O Varzim, na condição de visitante somava duas derrotas e um empate.
O público – Ainda longe dos números compatíveis com os pergaminhos do clube e da cidade, registo para uma melhoria na afluência dos adeptos aveirenses.
O jogo – O Beira-Mar entrou muito bem na partida, dominando de forma clara o primeiro tempo. Fangueiro apontou o 1.º golo aveirense no seu reduto aos 30’, mas a equipa desperdiçou outras soberanas oportunidades de ampliar a vantagem.
A reacção – Na etapa complementar o técnico varzinista deixou nos balneários o central Alexandre, entrando o centro-campista André. O Varzim passou a dominar o jogo e restabeleceu o empate aos 66’ pelo central Nuno Gomes. O Beira-Mar reagiu novamente até porque acabou o jogo com mais dois jogadores por expulsão de Nelsinho e Marco Cláudio. Contudo, as constantes perdas de tempo forasteiras que o árbitro foi permitindo ajudaram a que o resultado permanecesse inalterado.
As figuras – Lourenço e Fangueiro têm-se destacado na melho-ria exibicional dos aveirenses. No Domingo, Lourenço assistiu Fangueiro que, pelo segundo jogo consecutivo, conseguiu bater o guarda-redes adversário.
António Sousa – “O resultado é, no meu entender, injusto. Fomos penalizados pela dualidade de critérios, gritante e ridícula, da arbitragem”.
