“Eu pecador me confesso,
De nem sempre saber sorrir;
De medos que não sou capaz de vencer;
De comodismos que não sou capaz de superar;
De ver tanta lágrima e não a enxugar.
Eu pecador me confesso,
Porque não tenho cantado, como devia, a beleza da vida, a imensidade do amor de Deus, o valor da fraternidade, a importância da justiça e da paz.
Eu pecador me confesso,
Porque não tenho sido esperança, não tenho semeado esperança, não tenho gritado esperança.”
Autor desconhecido
(Poema retirado do Roadbook da Caminhada de Quaresma/Páscoa, do Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil)
