“Esta peregrinação interpela-nos e deve abrir-nos caminhos para que as famílias também aqui encontrem no santuário pela graça que Maria nos oferece os necessários e tantas vezes procurados lugares de acolhimento, de transformação interior e de esperança reconfortante”, afirmou o Bispo de Aveiro, na peregrinação diocesana a Schoenstatt, no domingo, 23 de Outubro. “Os santuários são cada vez mais espaços privilegiados para a evangelização e para a construção de uma cultura de esperança, em que o sonho de um mundo melhor, mais justo e mais fraterno seja desde já visível. Os «santuários são, no dizer do Padre Kentenich [fundador de Schoesnstatt], lâmpadas acesas, são jardins de alegria e faróis de verdade. São presença de Deus que caminha connosco, irradiando esperança»”, prosseguiu D. António Francisco, na missa que encerrou a peregrinação, depois de um painel que debateu a situação actual das famílias.
Celebrando-se o Dia Mundial das Missões, o Bispo de Aveiro realçou que “a tarefa de evangelizar não perdeu a sua urgência”. “A Igreja não pode fechar-se sobre si mesma”, pois “o evangelho não é um bem exclusivo de quem o recebeu, mas constitui uma dádiva a compartilhar, uma boa notícia a comunicar”, afirmou.
