A Conferência Bispos-Ulemá, organismo que reúne os prelados católicos e protestantes com os líderes muçulmanos da comunidade islâmica, divulgou uma nota em que define o massacre de 57 pessoas, em Maguindanao, sul das Filipinas, como um “abominável pecado”. O arcebispo de Cotabato (Mindanao), D. Orlando Quevedo, pediu o fim da “cultura da impunidade” que, segundo ele, está na origem do morticínio.
Entre os 12 jornalistas mortos no massacre há uma católica, voluntária de uma rádio diocesana. Trata-se de Neneng Montano, jovem repórter que colaborava com a emissora DXCP. O director da estação, P.e Angel Buenavides, declarou que a comunidade local está triste e chocada com o sucedido.
A origem do ataque estará num ajuste de contas entre clãs e na tentativa de um chefe local impedir a candidatura de um rival às eleições para governador, a realizar
em Maio de 2010.
