19-21 de Outubro – Primeira sessão do QAHAL O que é a Pastoral Juvenil? Qual a identidade do animador de um grupo de jovens? Como planificar e aplicar dinâmicas? Estas são algumas das perguntas a que a sessão do QAHAL, nos dias 19, 20 e 21 de Outubro, vai dar resposta. A formação, destinada a animadores juvenis, será orientada pela Cooperativa de Evangelização Didakê, do Porto, que integra o grupo que concebeu o projecto GPS.
O GPS, basicamente, é uma caminhada de pastoral juvenil para os grupos pós-10 anos de catequese.
Organizado pelo Secretariado da Pastoral Juvenil da diocese de Aveiro, o QAHAL tem lugar no Seminário de Aveiro, com início às 21h do dia 19 de Outubro e termo às 16h do dia 21. A participação nesta sessão custa 40 euros (inclui alojamento e refeições). Em Abril realiza-se a segunda parte da formação. Inscrições até 12 de Outubro.
Já agora, QAHAL resulta das iniciais de Questinoar, Aprofundar, Humanizar, Animar e Libertar. Mas, a sigla tem um significado mais profundo. Em hebraico, Qahal significa assembleia (como “ecclesia” em grego, que deu Igreja em português!).
Mais informações www.sdpj-aveiro.org
Projecto GPS: Formação na acção
Formação na acção. Foi este o mote que orientou o passado dia 22, sábado, no Colégio dos Órfãos no Porto. As Edições Salesianas fizeram o lançamento oficial do projecto GPS, que servirá de apoio para Grupos de Jovens Cristãos também na nossa Diocese. Este projecto conta com uma duração de três anos e, no caso de Aveiro, é a aposta do SDPJV para todos os grupos que incluam jovens que já tenham completado os 10 anos de Catequese previstos pelo esquema sistemático desenvolvido pelo Secretariado Nacional de Educação Cristã.
Por se tratar de uma aposta do SDPJV Aveiro, todos os animadores que servem os grupos apontados foram convidados a marcar presença nesta actividade, que, entre outras coisas, também pretendia despertar para a necessidade de formação pessoal contínua dos mesmos animadores. Cerca de 70 responderam à chamada e, como eles próprios testemunhavam, ficaram a perceber que a formação não tem que ser “uma seca”, e que basta de lamentações. Cada um, no seu contexto, tem que encontrar soluções para conseguir desafiar outros jovens a descobrir Jesus Cristo!
