Frases da semana

Também na Igreja, com mulheres e homens, a pior ameaça é a vontade de dominar e o melhor desejo é o desejo de servir. (…) Gosto de observar que Jesus não veio para resolver os nossos problemas, mas para nos resolver a que nos resolvamos a resolver o que deve ser resolvido por nossa conta e risco. (…) A vida cristã apoia-se num tripé: lucidez, trabalho, oração. Como redescobrir e suscitar o gosto do silêncio, do testemunho e do desejo de servir?

Bento Domingues

Público, 05-02-06

Para vencer este nosso atraso, é preciso um Bill Gates – talvez mesmo um Bill Gates em cada freguesia.

Nuno Fernandes Thomaz

Semanário Económico, 03-02-06

Ah! Como eu desejaria viver num país que se sentisse orgulhoso das suas escolas confortáveis, das suas crianças a falar e escrever um português decente, dos seus jovens a perceber o essencial da Matemática e dos seus manuais escolares rigorosos e adequados! Quanto eu gostaria que o meu país não ficasse encadeado com lentejoulas e pechisbeque! Como seria bom que o governo do meus país cumprisse, em silêncio, o seu dever.

António Barreto

Público, 05-02-06

A riqueza continua a ser, no nosso país, um valor negativo: os empreendedores são objecto de inveja, desconsiderados pela gente “bem pensante”, e por uma cultura dominante – na administração pública, na justiça e nos media – que não reconhece os valores da iniciativa e do risco.

Proença de Carvalho

Diário de Notícias, 05-02-06

Desabituámo-nos das boas notícias. Aliás, o bom povo lusitano lida mal com o que tem. A inveja leva a olhar mais para os outros. E a mediocridade trata do resto.

Sérgio Figueiredo

Jornal de Negócios, 03-02-06

Os partidos tradicionais são máquinas de assalto ao poder e distribuição de sinecuras.

Jorge Fiel

Expresso, 04-02-06

A crítica aos partidos é, obviamente, legítima. Mas a sua diabolização é, obviamente, demagógica, populista e antidemocrática.

Henrique Monteiro

Expresso, 04-02-06

Uma convicção vai (…) ganhando consistência: nos próximos anos viveremos num mundo onde a China e a Índia se afirmarão como grandes potências económicas, onde continuará a haver uma só grande potência militar, os Estados Unidos, onde o mundo islâmico prosseguirá no desempenho do seu papel de grande desestabilizador e de cujos radares a Europa tende a desaparecer.

José Manuel Fernandes

Público, 04-02-06