Frases da Semana

Para a UNICEF [muito longe de ser considerada uma organização conservadora ou neoliberal], é factor de infelicidade as crianças viverem numa família monoparental ou com padrastos ou madrastas; em contrapartida, é factor de bem-estar as crianças tomarem as refeições com a família, conversarem regularmente com os pais, não fumarem ou experimentarem drogas demasiado cedo e, veja-se lá, não terem sexo demasiado novo.

José Manuel Fernandes

Público, 16-02-07

Se é verdade que as transformações radicais das últimas décadas representam em si mesmas avanços colossais, não apenas na situação das mulheres, mas do conjunto da sociedade, também é verdade que geram fenómenos trágicos, como a banalização sexual, a gravidez adolescente, a perda de referentes e a desorientação moral, a destruição de estruturas ancestrais e a diluição de valores. São “danos colaterais”, mas que podem tornar-se centrais, se não os encararmos de frente.

Esther Mucznick

Público, 15-02-07

A regionalização administrativa de Portugal é o processo indispensável para a verdadeira modernização da vida social portuguesa (…). Retomar a discussão cívica da regionalização do continente português torna-se uma necessidade imperativa.

Nuno Grande

Jornal de Notícias, 15-02-07

Portugal é o país europeu com pior taxa de sucesso no Ensino Secundário e dos que têm menor número de pessoas com formação universitária. E isto apesar das despesas no sector da educação serem superiores à média europeia.

Luís Portela

Jornal de Notícias 14-02-07

Recorrer à justiça é, cada vez mais, inútil. É essa percepção que torna o crime fácil. Hoje, o sentimento de impunidade democratizou-se.

António Barreto

Público, 18-02-07

Da parte dos partidos políticos portugueses e do governo é sepulcral o silêncio sobre os problemas da integração europeia. E até quando se demitirão os governantes nacionais de promover o envolvimento dos portugueses no debate europeu?

Francisco Sarsfield Cabral

Diário de Notícias, 17-02-07

Só há uma maneira de os jornais competirem com os novos consumos mediáticos gerados pela televisão e pela rede: é serem muito diferentes do que eram no passado e serem únicos, ou seja, o que está ali não está em mais lado nenhum. E, mais fundamental ainda: não poder estar em nenhum outro lado.

José Pacheco Pereira

Público, 10-02-07