Igreja degradada espera a coleboração de todos os gabelenses, e não só A igreja de Gabela, Angola, está em elevado grau de degradação. Precisa de ser reconstruída, mas isso só poderá acontecer com a ajuda de todos os gabelenses, na paróquia radicados ou espalhados pelo mundo. Mas isso não chega. A solidariedade de todos os que puderem será bem-vinda. Por isso, aqui deixamos o apelo do pároco, padre Farias, nosso co-diocesano e amigo de muitos de nós.
Em escrito que nos fez chegar via Net, aquele sacerdote e missionário lembra que, para além do mau aspecto exterior, o mais grave está nos barrotes e ripas apodrecidos e na chuva a cair em cima dos bancos e das pessoas, situação que tem mesmo de ser resolvida.
Depois da construção da casa paroquial e do centro cultural, chegou agora a vez da igreja, diz o padre Farias, que logo acrescenta não haver muita gente por ali, certamente com posses, com vontade de colaborar. Mas como as obras de Deus são de todos, lembrou-se que, tanto os gabelenses como outras pessoas generosas, residentes fora da paróquia, bem poderiam dar uma ajuda.
Ao dirigir-se aos gabelenses radicados em Portugal, diz-lhes que a igreja também é deles, porque nela foram possivelmente baptizados, aprenderam a catequese, receberam sacramentos e participaram em assembleias. “Se cada um de nós e cada amigo nosso desse uma ripa, um barrote, uma telha, um quilo de pregos, um saco de cimento, uma janela, uma lata de tinta… iríamos reconstruir a nossa igreja em pouco tempo”, sublinha o padre Farias, em jeito de desafio à generosidade de toda a gente.
Mais adiante, garante que “cada um de nós vai fazer parte da Comissão de apoio à reconstrução da nossa igreja”, pelo que pede a todos que enviem envelopes aos seus familiares e amigos de Luanda, Benguela, Lubango, Sumbe, Portugal, Holanda, Inglaterra… para que, “onde haja um gabelense, aí temos de levar a mensagem”.
As obras vão ser iniciadas em 1 de Maio, festa de S. José Operário, a cuja protecção se entrega este empreendimento. Mas para isso tornam-se indispensáveis os apoios.
Os nossos leitores interessados em colaborar, podem enviar os seus donativos, unicamente em dinheiro, para o Secretariado Diocesano de Animação Missionária, ao cuidado do padre Georgino Rocha.
F.M.
