A Gafanha da Encarnação já tem o seu brasão heráldico devidamente aprovado pela respectiva comissão de heráldica, conforme revelou o presidente de Junta de Freguesia da Gafanha da Encarnação, Eduardo Conde.
O autarca explica que o brasão “obedece a tudo o que é normativo legal” e ostenta os quatro que, pela categoria de vila, a freguesia da Gafanha da Encarnação implica.
No que se refere aos símbolos inseridos no brasão, Eduardo Conde sublinha que “o azul e o verde das ondas lembram o mar e a ria, enquanto “o fundo, de cor amarela, lembra a ligação ao sol e à praia”. Como a freguesia tem dois pólos urbanos unidos pela ria, “o brasão apresenta dois barcos moliceiros ligados à água”. “Representam os dois pólos da freguesia, que, para nós, são iguais. Quisemos que isso ficasse bem patente através desses dois moliceiros”, refere Eduardo Conde. Os painéis das proas dos moliceiros apresentam “uma coisa que é única e identifica o pólo urbano da Costa Nova, que são os palheiros”. Na parte central superior do brasão, está aquilo que foi o factor fundamental da criação da freguesia da Gafanha da Encarnação e que lhe deu o nome: Nossa Senhora da Encarnação.
Eduardo Conde explica o símbolo: “Ao sabermos que a coroa original da primeira imagem de Nossa Senhora da Encarnação, já de há dois séculos, ainda existe e está guardada pelo prior da freguesia, Padre Manuel Ribau Lé, quisemos que fosse essa coroa mariana que ficasse como símbolo da freguesia”.
