Reaprender… para viver melhor Uma excelente regra de vida é que se procure fazer bem o que se faz. Também nos nossos gestos religiosos assim deveria ser. Tal, porém, não é prática geral. Às vezes, são mesmos ridículas as expressões mais simples, as atitudes mais comuns da simbologia cristã.
Hoje, quero referir-me à genuflexão. É um gesto repetido por multidões, inúmeras vezes. Aflige ver o constrangimento – às vezes parece vergonha! – de quem a faz, a sua deturpação clamorosa.
A genuflexão faz-se ao Santíssimo (em Sexta-feira Santa, também à Cruz). Consiste em dobrar o joelho direito, tocando o chão, junto ao pé esquerdo. É um gesto de adoração. Feito serena-mente, toca-nos o interior e chama à atitude de reconhecimento do Senhor.
Tem lugar ao entrar na igreja (se tem o Santíssimo), ao passar diante do Sacrário. Mas, se alguém sofre dos joelhos, é mais digna uma profunda inclinação de cabeça e tronco do que um arremedo de genuflexão. E faz-se só por só, isto é, sem o acompanhar um fugidio sinal da cruz.
Q.S.
