Reaprender… para viver melhor Muitos dos leitores observam o que eu mesmo observo: na entrada e saída das nossas igrejas, durante as celebrações, em momentos de intervenção de ministérios variados, uma série de gestos, às vezes claros e perceptíveis, outras vezes rondando as fronteiras do ridículo.
Já recordámos o lugar que tem a genuflexão, como deve ser feita e como, em circunstâncias específicas, deve ser substituída por uma digna inclinação de cabeça. Sobre esta vale a pena escrever duas linhas: como se faz, o que significa.
A inclinação de cabeça deve fazer-se inclinando também levemente o tronco; não apenas o dobrar do pescoço, como se de um boneco articulado se tratasse. Se ela substitui uma genuflexão, por incapacidade física, então, se a saúde mo permite, devo fazer uma inclinação mais profunda.
Já percebemos que ela pode significar: numa forma mais discreta, respeito e veneração (por exemplo, quando se faz ao presidente da celebração ou passando diante do altar para ir ao ambão…); de forma mais solene (profunda), adoração (quando substitui a genuflexão).
Não será tão difícil distinguir as situações e fazê-la convenientemente, estimulando, assim, a nossa atitude interior e edificando os outros.
Q.S.
