Gestos claros (II)

Reaprender… para viver melhor Muitos dos leitores observam o que eu mesmo observo: na entrada e saída das nossas igrejas, durante as celebrações, em momentos de intervenção de ministérios variados, uma série de gestos, às vezes claros e perceptíveis, outras vezes rondando as fronteiras do ridículo.

Já recordámos o lugar que tem a genuflexão, como deve ser feita e como, em circunstâncias específicas, deve ser substituída por uma digna inclinação de cabeça. Sobre esta vale a pena escrever duas linhas: como se faz, o que significa.

A inclinação de cabeça deve fazer-se inclinando também levemente o tronco; não apenas o dobrar do pescoço, como se de um boneco articulado se tratasse. Se ela substitui uma genuflexão, por incapacidade física, então, se a saúde mo permite, devo fazer uma inclinação mais profunda.

Já percebemos que ela pode significar: numa forma mais discreta, respeito e veneração (por exemplo, quando se faz ao presidente da celebração ou passando diante do altar para ir ao ambão…); de forma mais solene (profunda), adoração (quando substitui a genuflexão).

Não será tão difícil distinguir as situações e fazê-la convenientemente, estimulando, assim, a nossa atitude interior e edificando os outros.

Q.S.