A Igreja Católica manifestou a sua aprovação pela criação do Dia da Memória do Holocausto, considerando que “lembrar é um dever e uma responsabilidade comum”.
A Assembleia Geral da ONU adoptou uma resolução que consagra o dia 27 de Janeiro à memória do Holocausto, pedindo às Nações que encontrem as formas mais adequadas para manter viva a sua memória. Para D. Celestino Migliore, representante da Santa Sé nas Nações Unidas, “a responsabilidade dos Estados em recordar (o Holocausto) ganha uma nova força ao celebrarmos o 60º aniversário da libertação dos campos de extermínio e a criação da ONU”.
