Para combater as causas do terrorismo, “é necessária uma maior cooperação” entre os Estados “contando também com as religiões”, elemento que ajudaria “a construir pontes entre culturas e civilizações”. A Santa Sé encoraja, assim, a comunidade internacional ao diálogo e à cooperação, reflectindo sobre o facto de que o fenómeno terrorista não tem apenas causas de natureza económica e política, mas também raízes culturais, religiosas e ideológicas.
Esta posição foi defendida pelo Observador Permanente da Santa Sé junto das Nações Unidas, o arcebispo Celestino Migliore, num discurso proferido por ocasião da consulta informal da assembleia plenária que se ocupa da estratégia anti-terrorismo, na semana passada.
