Os jovens que foram a Madrid reencontraram-se no Seminário de Aveiro. Nem todos. Mas muitos. “A força foi renovada, a Igreja conta connosco”.
A 16 de Outubro o SDPJV Aveiro promoveu o (re)encontro JMJ. A manhã contou com a presença de cerca de 100 dos 243 peregrinos inscritos na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) por este serviço diocesano. A ausência de alguns é sempre questionador e desafiante para todos.
À disposição dos peregrinos esteve uma manhã de convívio, de reencontro e de partilha do que tem sido as suas vidas depois das JMJ. A esperança de se ser sempre melhor pessoa e melhor cristão foi renovada, a vontade de evangelizar está presente no coração de todos eles e a ousadia de enfrentarem com garra novos desafios é o que os move. Estes peregrinos querem, conscientemente, aceitar o desafio que D. António Francisco lhes propôs, afirmando os seus passos na Diocese e mais particularmente nas suas paróquias e comunidades. Têm neles as ferramentas da mudança… só lhes resta a persistência de agir quando a tormenta os leva a desistir!
Da parte da tarde, as portas foram abertas aos jovens da Diocese de Aveiro que foram por outros movimentos e outras dioceses, nomeadamente, jovens do movimento Geofrater, do Caminho Neocatecumenal, jovens aveirenses que foram pela Diocese da Guarda e pela Diocese do Porto. O mote era a partilha e o “beber” de experiências que foram tão semelhantes e tão diferentes ao mesmo tempo. É assim que se partilha o grande dom que Jesus Cristo nos deu: a mesma fé vivida por povos diferentes, de maneiras diferentes e com o único propósito de amar o outro como Ele nos amou.
Como forma magnífica de encerramento do dia, celebrou-se a Eucaristia na Igreja do Seminário, aberta a toda a comunidade e, em jeito de envio para o “caminho que começou com as JMJ”, a cruz que identificou a Diocese de Aveiro em Madrid foi desmontada e os remos regressaram aos 10 arciprestados da Diocese.
Ainda é necessária muita evangelização e Cristo ensinou-nos a “remar contra a maré”, a “acreditar mesmo quando não vemos o fim do caminho”, a “agir mesmo quando não nos deixam impelir a nossa própria canoa”.
A força foi renovada, a Igreja conta connosco e nós, peregrinos, com a tormenta de Cuatro Vientos, aprendemos que tudo é possível quando se acredita, quando se promove a união e quando nos enraizados e edificamos em Cristo. Assim, a fé só pode ficar mais firme… dia após dia!
SDPJV – Comunicação
