Testemunhos dos jovens aveirenses das escolas secundárias José Estêvão e Mário Sacramento que de 5 a 13 de Março estiveram na comunidade ecuménica de Taizé, em França.
“Quero sentar-me numa igreja em silêncio”
Redescobri a minha fé, a minha espiritualidade, que sinto que adormece porque dou prioridade a outras coisas, esquecendo-me do que é verdadeiramente essencial, do que traz equilíbrio às nossas vidas. (…) Quero agora pôr de parte um bocadinho do meu tempo para me sentar numa igreja vazia, em silêncio.
Maria Manuel Ferreira, 12.º
“O espírito de Taizé nunca morre”
O espírito de Taizé é um habitante permanente. Milhares de pessoas passam por lá, milhares ficam por lá, milhares vêm embora e por mais milhares de pessoas que sejam, este habitante é sempre o mesmo. O espírito de Taizé nunca morre.
Fábio Jesus, 12.º
“Ouve-te a ti mesmo”
Dar continuidade àquilo que foi vivido em Taizé é considerarmos o mundo em que vivemos e torná-lo melhor, um espaço onde tem lugar a oração e a reflexão, a partilha com Deus. Este lugar inspira as pessoas, muda as suas vidas e diz aos cristãos: “Ouve-te a ti mesmo, escolhe o que queres da tua vida. Sê criativo, enche-a de momentos de inspiração e não te reprimas. Brilha, convive com os outros, sê a nascente do teu próprio rio”.
João Nolasco, 10.º
“Único”
É impossível descrever o sentimento e aquilo que lá vemos. É muito único, o que passamos lá fica lá.
Pedro Taveira,11.º
“Aprendemos novas perspectivas de vida”
Antes de ir para Taizé, perguntei à minha mãe o que era Taizé e o que ia sentir lá. Ela disse-me que ia ser uma experiência espectacular, com a qual aprendemos novas perspectivas de vida e a olhar para o mundo de outra forma. Ao início não acreditei, mas quando lá cheguei uma onda de surpresa invadiu o meu mundo. (…) A magia que se sente é única e as pessoas que conhecemos têm um coração enorme. Taizé mudou-me.
Inês Ladeiras, 11.º
“Senti que Ele estava comigo”
Na semana antes de partirmos para Taizé a minha cabeça andava às voltas a pensar o que iria fazer lá. Quando cheguei a Taizé fiquei assustada, não sabia onde é que me tinha metido. Quando comecei a viver e a interiorizar o espírito de Taizé, descobri que Deus me acompanha sempre! Agora sei que não posso duvidar da existência de Deus, pois em Taizé eu senti que Ele estava comigo.
Catarina Coelho, 10.º
“Uma coisa de que não gostei”
Talvez tenha sido a melhor semana da minha vida e a que mais me marcou. A paz, o silêncio, as orações, o convívio, tudo é perfeito em Taizé. Só houve uma única coisa de que não gostei: o momento de voltar para casa!
Madalena Saragoça Brito, 10.º
“Senti-me livre”
Conheci pessoas de todo o mundo, chorei como nunca tinha chorado na minha vida, limpei casas de banho, reflecti, ouvi verdades e também disse algumas. Senti-me livre. Em Taizé, não há limites. Em Taizé não há “mas”.
Jovem não identificado
