A Igreja como Sacramento e Mistério. Textos escolhidos na Obra do Cardeal Henri de Lubac
Vítor Franco Gomes
Gráfica de Coimbra 2
198 páginas
Na vasta obra de Henri de Lubac (1896-1991), um dos grandes teólogos do século XX, o tema da Igreja ocupa um lugar central, desde “Catolicismo”, a sua primeira obra, até aos trabalhos pós-conciliares, passado por “Meditação sobre a Igreja”, um clássico da teologia. A Igreja é mistério de salvação porque é sacramento do mistério de Cristo. Dele tira toda a sua razão de ser. Este livro compila excertos de 19 obras do grande teólogo francês. Precede a antologia um estudo de 70 páginas sobre a eclesiologia de Henri de Lubac.
Francisco. Vida Ilustrada do Pastorinho de Fátima
Irmãs Carmelitas Descalças de Fátima
Santuário de Fátima
80 páginas
Este livro destinado a crianças, mas não excluindo os mais crescidos, é composto por desenhos que podem servir para colorir, legendas que sintetizam a vida do pastorinho vidente e a mensagem de Fátima e explicações mais alongadas entremeadas com sugestões para as crianças (“Faz como o Francisco…”). “Os desenhos são muito simples e bonitos e vão ajudar-vos, com certeza, a rezar enquanto lêem ou pintam. Jesus vai estar muito presente nestas páginas”, escreve D. António Marto, bispo de Leiria-Fátima na Apresentação.
Acção Social na Paróquia
Núcleo de Diálogo Social do Patriarcado de Lisboa
Paulinas
152 páginas
O Núcleo de Diálogo Social surgiu há uma década na Região Oeste do Patriarcado de Lisboa, ligado à Fundação João XXIII e à ACR, para uma “consciência responsável dos problemas sociais” e “apoio à criação e funcionamento dos grupos de acção social”. Neste livro, analisa-se o que é “acção social eclesial” e apontam-se sugestões para objectivos, organização, funcionamento e actividades dos grupos paroquiais de acção social, porque, como escreve o Patriarca de Lisboa no Prefácio, “o estudo de uma doutrina não chega para mudar a realidade”.
D. Augusto Eduardo Nunes, professor de Coimbra, arcebispo de Évora
Senra Coelho
Paulus
920 páginas
D. Augusto Eduardo Nunes (1850-1920), natural de Portalegre, foi professor em Coimbra e arcebispo de Évora (1890-1920). Viveu a época de grandes transformações que foi a última metade do séc. XIX e o início do séc. XX. Assumiu, escreve D. Manuel Clemente no Prefácio, um “lugar cimeiro nas tomadas de posição do Episcopado português a seguir ao 5 de Outubro [de 1910]”. A publicação desta tese de doutoramento do sacerdote eborense Senra Coelho tem, nos 100 anos da implantação de República, um interesse acrescido.
