A Associação Patriótica Católica Chinesa (APC), independente do Vaticano e autorizada pelo Governo comunista, anunciou que precisa de mais padres para atender aos 100 mil chineses que se convertem ao Catolicismo em cada ano, informou o jornal oficial “China Daily”. Segundo o porta-voz da APC, Liu Bainian, o Catolicismo tem crescido na China. Eram 2 milhões de adeptos na década de 1950, e hoje são mais de 5,3 milhões. A Igreja “clandestina”, ligada a Roma, tem 8 milhões de fiéis.
