Reaprender… para viver melhor Na sequência da recomendação de João Paulo II sobre a preparação para receber a Eucaristia com o hábito da Confissão, recolho um episódio, curto, mas significativo, ocorrido recentemente com Bento XVI. Voltarei, depois, para concluir as reflexões de João Paulo II.
Em recente encontro com as crianças de Roma (e não só), que tinham feito a Primeira Comunhão, o Papa, em vez de um discurso formal, respondeu a sete questões das crianças. Uma delas tem que ver com a repetição da Confissão. De facto, a Lívia atirou com esta questão ao Santo Padre: “Por que motivos temos de nos confessar antes de comungar, se os pecados são sempre os mesmos?”
Bento XVI sorriu com a pergunta. E respondeu: “É verdade: em geral, os nossos pecados são sempre os mesmos. Mas também fazemos limpeza da nossa casa, do nosso quarto, mesmo que o lixo seja sempre o mesmo!”
Pergunta comum e resposta sábia, que serve a mais pequenos e adultos. Não se trata de cumprir uma rotina sem sentido. Trata-se, isso sim, de cuidar permanentemente do coração e do espírito, que precisam de purificação, independentemente de serem as mesmas ou outras manchas a ensombrá-los.
Q.S.
