Ministério de quê?…

Uma Pedrada por Semana …Dizem que da Educação. Sendo assim, parece que essa deve ser a sua missão, educar 24 horas por dia, com o que se faz e não se faz, na escola e na ligação necessária a outras instituições a ela ligadas, por força de quem justifica o Ministério, os alunos.

Educar não é fácil. É uma arte que requer dom, sensibilidade e riqueza para se poder comunicar. É coisa do coração, que não dispensa quanto exige o amor que faz crescer e abre ao educando horizontes novos com sentido.

Educar não é impor esquemas ou produtos, mas respeitar e ajudar pessoas a perceber e a aceitar, em períodos do seu desenvolvimento psico-somático, que facilitar tudo é complicar tudo no presente e hipotecar, inevitavelmente, o futuro.

Educar não é ir sempre ao gosto do educando.É antes ajudá-lo a tomar gosto pelo que interessa ao seu bem integral e à sua capacitação para viver e agir dignamente em sociedade.

Os legisladores que obrigam a educação a andar por determinados caminhos têm de ter sensibilidade para ver ao perto e capacidade para ver ao longe.

Uma nova batalha se desencadeou, a da “educação sexual” nas escolas, que o não é, pois se pretende fazer à base de contraceptivos dados, indiscriminadamente, a miúdos a partir dos 10 e 12 anos como já se está fazendo e de mistura com uns “posinhos” de conversa.

Educar sem valores, sem esclarecimentos completos, sem fortalecer a vontade e tornar mais claro o discernimento, é não respeitar o aluno, empurrá-lo para dependências marcantes e para a impossibilidade de perceber o que é ser livre e querer sê-lo, com uma liberdade que liberta e não escraviza.

É verdade que há casos que merecem especial atenção, mas nunca se resolverão empurrando-os para a porta mais fácil. Então, tem lugar um trabalho em rede se todos olharem no mesmo sentido.