A decomposição da sociedade portuguesa é acentuada. Será irreversível?
Baptista-Bastos
Diário de Notícias, 05-10-2011
Os problemas imediatos da Europa e de um país falido como o nosso não se resolvem com cortejos de ideologia desfilando nas ruas e avenidas e movimentos de massas.
Vasco Graça Moura
Diário de Notícias, 05-10-2011
Este país está doente. Este país, sem moral nem honra, caminha, solidário e suicidário, para a extinção. É óbvio.
Pedro Tadeu
Diário de Notícias, 04-10-2011
Em vez de cortes cegos na despesa, é necessário repensar o Estado dos pés à cabeça.
Paulo Marcelo
Diário Económico, 04-10-2011
De nada serve o Estado reduzir o seu défice externo e a sua dívida se os privados continuarem a consumir como se não houvesse amanhã.
João Santos
i, 04-10-2011
Seja qual for a solução, os actuais dirigentes europeus não podem deixar que o futuro da União Europeia seja posto em causa.
Bento Domingues
Público, 09-10-2011
Num mundo global, encontramo-nos numa das situações mais complexas e graves da história humana. A Europa unida tem um papel decisivo para o futuro do mundo. Aos do Norte exige-se mais solidariedade e aos do Sul mais rigor.
Anselmo Borges
Diário de Notícias, 08-10-2011
Há muita gente surpreendida com a aparente calma que os portugueses demonstram perante a imensidão dos sacrifícios exigidos. Parece existir uma espécie de resignação, uma percepção de inevitabilidade que ajuda, e muito, a adopção de qualquer medida por muito gravosa que seja. Sente-se isso no dia-a-dia, mas não são de desprezar os sinais de dificuldade de mobilização para acções de protesto como foi o caso evidente das manifestações do último fim-de-semana.
Pedro Marques Lopes
Diário de Notícias, 09-10-2011
