Na Imprensa

Não sou católica, mas vejo com preocupação a fragilização de uma instituição que é um dos pilares daquilo a que execramos chamar de «civilização ocidental». Porque não há vazios e o regresso da barbárie é sempre possível.

Esther Mucznik

Público, 22-04-2010

Em Abril de 1974 os portugueses riam esperançados do mundo e das objectivas dos fotógrafos. Agora fazem-lhes manguitos. A culpa não é certamente da democracia e muito menos do povo. A culpa é de quem se esqueceu que “depois do adeus” à ditadura havia que falar verdade ao povo.

Helena Matos

Público, 22-04-2010

A UE está perante um dilema: ou dá um passo em frente, reforçando a solidariedade entre os 27 Estados, ou corre o risco de se desagregar.

Mário Soares

Visão, 22-04-2010

O melhor que podia aconte-cer a Portugal era um plano “à FMI” imposto pela União. Em vez desta “morta lenta”, teríamos uma violenta, boa e rápida recessão. Para voltarmos de novo a crescer com saúde.

Helena Garrido

Jornal de Negócios, 22-04-2010

Quando vivemos em épocas em que temos folga – e tivemo-la nos últimos 20 anos – não se pensa, não se investe tempo e dinheiro em definir estratégias, não se reforma; quando estamos apertados não podemos, mesmo que quiséssemos, reflectir no que podemos fazer melhor e optamos por medidas cegas que só servem para ainda mais comprometer o futuro.

Pedro Marques Lopes

Diário de Notícias, 25-04-2010

O dia 25 de Abril é sempre uma boa altura para um balanço do regime, principalmente este ano em que a falência ameaça e a corrupção aumenta.

Vasco Pulido Valente

Público, 25-04-2010