Na Imprensa

Desde que me lembro, sempre ouvi falar da crise da Igreja, do cristianismo, da religião e até da “morte de Deus”, sem ressurreição.

Bento Domingues

Público, 24-10-2010

Em Portugal, graças a dinâmicas de diversa ordem, em muito devido a correctas políticas de integração, os imigrantes são geralmente bem aceites e não encontramos em território nacional focos de discriminação negativa. Antes pelo contrário, há hoje a noção exacta da parcela do PIB que é criado devido a essa gente que buscou em terras lusas melhores oportunidades.

Paulo Mendes Pinto

Público, 27-10-2010

Houve sempre vida em Portugal depois das crises financeiras.

João Borges de Assunção

Jornal de Negócios, 25-10-2010

Esta crise seria uma ocasião excelente para os media provarem a sua utilidade (…). A verdade é que a maioria dos media se encontra ou acantonada num confortável conformismo ou numa quase paralisia imposta por uma draconiana redução de despesas, que impede qualquer actividade de investigação.

José Vítor Malheiros

Público, 26-10-2010

Todos os ministros das Finanças em democracia foram confrontados perante um dilema trágico: servir ou impor. Servir primeiros-ministros e as suas políticas. Ou então romper, batendo o pé ao primeiro-ministro e, nos casos mais extremos, optando pela porta de saída. A grande maioria dos rostos que passou pelo Ministério das Finanças optou pela primeira via.

Pedro Lomba

Público, 28-10-2010