É manifesto que os partidos são indispensáveis à essência da democracia, quando exprimem o reconhecimento da diversidade de correntes e forças políticas, quando facilitam aos cidadãos os seus direitos cívicos e representam, lealmente, o povo no exercício do poder. Mas a democracia não se esgota nos partidos políticos, de modo que estes não podem, de modo algum, sufocar os “movimentos de cidadania” que queiram, também eles, participar na vida da sociedade.
Narciso Machado
Público, 27-08-2009
Dentro de alguns anos, a Selecção portuguesa terá provavelmente uma maioria de brasileiros. Isto assume alguma gravidade.
José António Saraiva
Record, 26-08-2009
(…) Se pega a moda do Estado pretender ensinar o que é óbvio e natural, em vez do que é elevado e racional, é de esperar que a reforma educativa não se fique pela sexualidade. Falta, por exemplo, uma disciplina de educação respiratória, porque há quem não sabia inspirar e expirar em condições…
Gonçalo Portocarrero
de Allmada
Público, 30-08-2009
O futuro do país depende do PS e do PSD. Sozinhos, casados ou acompanhados.
João Pereira Coutinho
Correio da Manhã, 29-08-2009
Em nenhuma outra eleição se discutiu tanto e tão ardentemente o programa dos partidos (…). Coisa estranha, sendo público e notório que nunca ninguém leu e, sobretudo, nunca ninguém votou por causa do programa de um partido.
Vasco Pulido Valente
Público, 29-08-2009
