Fotorreportagem Nas 13 semanas abertas da ciência e tecnologia da Universidade de Aveiro (UA), desde o ano 2000, passaram mais de 60 mil jovens pelo campus universitário, transformando-o por uns dias num gigantesco laboratório científico. Em 2012, de 19 a 23 de novembro, a UA ofereceu a cerca de cinco mil crianças e jovens 270 sessões de 140 atividades em 18 unidades orgânicas.
No Jardim da Ciência, mostra-se como os espelhos podem deformar imagens ou como um parafuso, chamado “de Arquimedes”, porque foi o sábio grego que o inventou, serve para tirar água. Não se dá “á bomba”. Dá-se à manivela.
Em experiências que todos podem protagonizar, devidamente acompanhadas por professores e alunos universitários, mostra-se como criar uma nuvem no interior de uma garrafa, construir um tornado portátil ou fazer um gelado em segundos e sem frigorífico – mas com azoto líquido.
Uma das experiências consistiu em fazer um foguetão. Misturou-se bicarbonato de sódio e vinagre num recipiente com tampa, aguardou-se um pouco e lá saiu o foguetão disparado. Tão rápido que não ficou na foto. Mas ficou o rosto de espanto dos alunos de uma escola dos arredores de Aveiro.
