Não há Estado Social sem instituições de solidariedade

O cumprimento das obrigações do Estado previstas pela Constituição é “inviável” sem a colaboração das instituições particulares de solidariedade, as misericórdias e as mutualidades, consideram os padres do Patriarcado de Lisboa. A conclusão, extraída de um inquérito aos centros sociais da diocese, a que responderam 78 de um universo de 148, foi apresentada no Conselho Presbiteral do Patriarcado. Os padres realçaram que é necessário passar do “assistencialismo à acção social integradora” e promover a “criação de emprego que produz riqueza económica”.