* Num artigo de análise política, na edição de 27 de Janeiro de 1989, escreve-se sobre o 41.º presidente americano, que tomara posse por aqueles dias. “George Bush [pai], com a voz emocionada, depois de ter jurado sobre a velha Bíblia trazida da Europa, segundo reza a tradição, pelos «Pais Peregrinos» (…), proclamou, no discurso de circunstância, que “não cessaria de pedir a Deus que o faça recordar sempre que só há uma forma de estar no poder: servir o povo”. A tarefa fundamental do presidente americano, diz a peça, é fazer desaparecer o “fantasma guerra-fria”, processo iniciado por Ronald Reagan.
* D. António Marcelino escreve: “Foi uma semana em que os acontecimentos públicos de nível nacional me incomodaram. Um líder político, acabado de chegar ao palco dos mais responsáveis, gritou, ameaçou, falou do inimigo, e prometeu guerra. Os médicos cortaram o diálogo com o ministro da tutela e dizem que não voltam mais. Os chefes sindicais dizem que, ou é como eles dizem, ou pára tudo. Só o novo presidente dos Estados Unidos disse que quer ser conciliador, que não cortará o diálogo, e que até se dispõe a abrir portas e a lançar pontes”.
* Na coluna “Vamos construir o Carmelo”, escreve-se: “Semanalmente aqui vamos dando nota das ofertas dos amigos que se vão empenhando na construção do nosso Carmelo de Cristo Redentor. É uma ladainha de generosidade, que pretendemos que seja também um louvor a Deus e um estímulo para todos os que vão lendo e partilhando com as nossas Irmãs Carmelitas”.
