* “O grupo parlamentar do CDS apresentou, na Assembleia da República, um projecto-lei para elevação da vida de Águeda à categoria de cidade”, diz o Correio do Vouga de 2 de Março de 1984. Águeda tem nesta altura 46 mil habitantes, repartidos por 16 freguesias, e 600 empresas que facturam 30 milhões de contos por ano.
* “Sentido e alegria de viver! Mas é precisamente isso que têm direito a esperar todos os idosos, tanto nas suas casas e no seio da sua família, como em todas estas instituições que nasceram para eles e por causa deles, tentando pagar uma dívida social nunca completamente saldada”, escreve D. António Marcelino, a propósito de uma festa num Centro de Dia.
* “Quem pretende-se interpretar a política como actividade lógica e coerente (já não diríamos como «nobre arte» como a classificou o Papa Paulo VI) ficaria desapontado com o caso português”, escreve M. de Pinho Ferreira, a propósito a “ruína do sector público”. Das empresas nacionalizadas, as 18 tuteladas pelo Ministério da Indústria e Energia apresentavam um passivo de 960 milhões de contos.
* A Secretaria de Estado das Pescas atribui um subsídio de 18 mil contos ao sector da salinicultura na região de Aveiro.
* “Não é coerente defender os direitos do homem usando meios de destruição maciça”, dizem António Leite Garcia e João Seabra, membros da Comissão Nacional «Justiça e Paz», numa conferência na Associação Comercial de Aveiro sobre o tema “A Igreja face à questão nuclear e ao desarmamento”.
