Reaprender… para viver melhor No desenrolar da celebração da Eucaristia, entram em funções variados ministros, desde os leitores ao salmista, desde os acólitos aos ministros da Comunhão. E, com frequência, se vêem atitudes menos certas – e às vezes estropiadas – na deslocação de tais servidores.
Acontece que, no cortejo de entrada, o Sacrário está, algumas vezes, em posição intermédia, que justifica uma genuflexão bem feita na passagem. Dispensada, naturalmente, a quem leva uma Cruz ou um Evangeliário.
Por excelência, o centro da Celebração é o Altar. Daí, o ósculo de veneração inicial, por parte do Bispo, Presbítero e Ministros ordenados. E, durante o desenrolar da Eucaristia, os gestos de respeito e veneração dos ministros referem-se ao Altar, ou, no caso de incensação, também à Cruz. E esses serão sempre uma inclinação respeitosa de cabeça, mais ou menos profunda.
A genuflexão reserva-se para o Santíssimo. Todavia, sendo o Altar o centro da Celebração, é a ele que se fazem os respectivos gestos, ao aproximarmo-nos ou ao retirarmo-nos.
Q.S.
