Uma pedrada por semana Os preconceitos são sempre mutiladores. Não têm futuro. O vento os leva, mesmo aos dos teimosos e dos cegos. Quem tem convicções com alicerces sólidos é capaz de ver que o lixo não tem força de sedução, e que o ódio cansa, ao contrário do amor.
Não vai faltar quem continue a atirar pedras ao Papa, a remexer um passado que não foi capaz de ler, a dar aos escândalos de poucos, mais força que à fidelidade de muitos.
A gente superior alimenta-se de princípios, serve a verdade, pensa nas pessoas, ruma com objectivos, aceita as humilhações, vive para além dos ataques, não se extasia com as honras.
Bento XVI é um homem superior. Não anda ao sabor dos que gostam dele, nem se esconde ao sabor dos que o detestam. Homem sereno, porque homem livre. Também ele, como Paulo, sabe “em Quem acredita” e não desiste de combater o bom combate da fé.
O que leva multidões a segui-lo e apoiá-lo, em tantos países visitados e dentro em pouco também em Portugal? Será sempre o fascínio pela verdade e pela coragem. Destas dá claro testemunho nos momentos difíceis e duros que se vivem, tanto na Igreja, como na sociedade.
O povo tem sentimentos e tem, também, bom senso e discernimento. Quando sabe o que quer não se atrela a raciocínios indignados, nem a batalhas perdidas, ou a campanhas comandadas. Anda por seu pé, sem perder a capacidade de se indignar com a mentira e de se seduzir pela verdade.
