O que dizem os jovens… Seminaristas

Depois de cinco anos de Pré-Seminário, achei que estava na altura de fazer um compromisso maior. Depois de pensar dei este passo. Entrei para o Seminário alegre e sorridente e já lá vão três anos de caminhada sempre com Jesus no horizonte.

Não foi uma escolha fácil, mas com fé e oração tudo corre bem, não esquecendo o apoio dos mais próximos nos momentos maus para que estes se tornassem bons.

A vocês jovens, não tenham medo! E se são chamados respondam SIM ao apelo do Senhor.

João Ferrão, Oliveira do Hospital,

Diocese de Coimbra

Após uma caminhada de cinco anos no Pré-Seminário de discernimento de fé, foi-me colocada a hipótese de me comprometer numa vida de Seminário. Apesar da dificuldade imposta nesta decisão, o deixar para trás amigos, a família, uma casa, optei por enveredar por este caminho bastante mais gratificante humana e espiritualmente, e embora também haja indecisões e obstáculos neste percurso, estes são enfrentados com confiança e alegria pelo ideal maior de amor a Cristo.

Assim, com muita fé e perseverança, caminhamos nesta jornada para Cristo, entregando-nos totalmente num espírito de serviço Àquele que, por amor, se entregou por nós.

Rui Pedro Santos, Oliveira do Hospital, Diocese de Coimbra

Um dia, em casa, a minha mãe pergunto-me se eu queria ser padre. Eu disse que sim e, depois de um ano de caminhada no Pré-Seminário, achei que devia entrar no seminário para aprofundar mais a minha vocação. Cá estou com muita fé e coragem e, vencendo alguns obstáculos e desafios, e espero um dia servir a Deus. Espero que vocês não tenham medo de entrar no seminário, pois no seminário não se formam padres, formam-se homens.

Miguel Ângelo, Pedralva-Anadia, Diocese de Aveiro

Quando ainda era muito jovem recebi um convite de um padre missionário meu vizinho, o padre Farias, lançou-me a possibilidade de fazer uma experiência de Cucujães, à qual não me opus, pois já tinha falado com ele acerca disso.

Chegou o dia e eu lá fui fazer a experiência que tanto desejava, contudo depois de permanecer lá dois ou três dias, comecei a sentir saudades de casa. Ainda só tinha treze anos, não sabia o que era melhor para mim e saí.

Alguns anos passaram e com a ajuda do meu pároco, António Cruz, e de um seminarista, Dinis, resolvi entrar no Pré-Seminário em Aveiro, onde andei cerca de cinco anos.

Cheguei ao nono ano e tive de escolher entre entrar para o seminário e seguir numa escola como tantas outras, foi aqui que dei um passo em frente e agora estou já no 12º ano no seminário. Tem sido uma caminhada de descoberta e de aprofundamento da minha fé e da minha relação com Deus.

O meu objectivo é alcançar o cume desta caminhada, o sacerdócio. Caso não o consiga, por algum motivo, estou e estarei sempre grato a esta casa e às pessoas responsáveis pelo meu acompanhamento, pois aqui aprendemos a ser homens competentes, quer para o sacerdócio, quer para uma vida leiga, integrada na nossa sociedade.

Só me resta agradecer a todas as pessoas que ajudam na nossa permanência aqui no Seminário incluindo a minha família e lançar um apelo a todos os jovens e dizer-lhes que Deus não é só para alguns, é para todos.

Marco Paulo Martins, Agadão-Águeda

Diocese de Aveiro