Antes do Natal, para se proteger do frio, Bento XVI apareceu de camauro (um chapéu como o do Papa Pio V, nas pinturas dos cadeirais da Sé de Aveiro) e foi a estupefacção geral. Na última quarta-feira, na primeira audiência no Vaticano depois das férias, para se proteger do sol, apareceu de “saturno”, um chapéu muito ao gosto de João XXIII, mas que João Paulo II também usou nos primeiros anos de pontificado. Os meios de comunicação social voltaram a dar muita atenção ao chapéu do Papa.
No meio do ruído dos chapéus, a mensagem pode passar despercebida. Na catequese sobre o apóstolo Filipe, o Papa afirmou que este apóstolo “ensina-nos a deixarmo-nos conquistar por Jesus, a estar com ele e a convidar também os outros a partilhar esta companhia indispensável”.
