Olho de Lince A sessão tinha que ver com a fecundidade do casal. E foram muito interessantes todos os caminhos da reflexão, de formadores e “formandos”. Mesmo este em que a jovem nos levou para os seus antepassados, em cuja entrada da casa se pode ler ainda hoje: “Há pão na arca, vinho na adega e sol nos olhos. Sede bem vindos!” – assim consta.
Todos ficámos com o coração a transbordar de satisfação. Grande mulher aquela que, para além da sua casa, isto é, da sua família, multiplicava o seu zelo em acolher, matar a fome, animar – sol nos olhos! – todos quantos sentissem necessidade de bater à sua porta.
Estômagos saciados e esperança reconquistada, óptimas expressões de fecundidade, para além da prole gerada e educada, da procriação cumprida. E aqueles pares de noivos anuíram à sugestão de que obviar às necessidades dos outros é uma excelente fórmula de alargar, complementar ou mesmo substituir – se os sonhos não estiverem ao seu alcance – a fecundidade procriativa do casal.
Q.S.
