Onde pára o pai?

Conferência aborda o “papel insubstituível do pai” Durante o debate sobre o aborto, vários sectores e grupos se interrogaram sobre a ausência da figura do pai em todo o processo. “Por opção da mulher” – afirmava a pergunta referendada. Se a essa ausência forçada juntarmos a diluição de todas as formas de autoridade, a começar pela paterna, as correntes educativas que transformam o progenitor em apenas “irmão mais velho” e ainda os “casais” formados por pessoas do mesmo sexo, verificamos que estão dados muitos passos para a substituição do pai. “Parece que o pai está a mais na família e no processo da educação dos filhos, crianças ou jovens. Indispensável para o ganha-pão, mas dispensável para outras coisas não menos essenciais a uma família equilibrada e feliz” – escrevia D. António Marcelino, no Correio do Vouga de semana passada.

Este contexto justifica a conferência sobre “o papel insubstituível do pai na família e na sociedade”, promovida pela Fundação Sal da Terra e Luz do Mundo, hoje, 16 de Maio, no Centro Universitário Fé e Cultura, às 21h15. Intervem o médico João Paulo Malta, membro do Conselho da Ordem dos Médicos e professor da Universidade Católica.