Pequena história da grande história Certo dia, uma voz sussurrante e enigmática telefonou para o escritório de Albert Einstein e procurou por todos os meios convencer a sua secretária a dar-lhe a direcção do sábio.
– Sinto muito, senhor – respondeu a jovem, receando que se tratasse de algum desequilibrado -, mas não posso dar-lhe essa informação sem autorização do professor.
– Mas é que me é imprescindível saber a morada dele.
– Então telefone amanhã, e fale com o professor em pessoa.
– Helen – disse, por fim, o anónimo interlocutor -, sou eu, Albert. É que…, não me lembro onde moro!
In “O bom humor de homens célebres” (Ed. Paulus)
