Palavras simples e profundas de Madre Teresa de Calcutá

Colaboração dos Leitores “Devemos fazer as coisas mais simples com extraordinário amor.”

“Vamos amar-nos uns aos outros como Deus ama cada um de nós. E onde começa este amor? Na nossa própria casa. Como é que começa? Rezando juntos. Deus disse-nos: “Amai os vossos próximos como a vós mesmos”. Então, primeiro eu tenho de me amar verdadeiramente e depois amar o meu próximo da mesma forma. Mas, como posso eu amar-me, se não me aceitar como Deus me fez?”

“Deus criou-nos para amar e sermos amados e isto é o início da oração: saber que Ele me ama e que fui criada para grandes coisas.”

“O que eu posso fazer, tu não podes. O que tu podes fazer, eu não posso. Mas juntos podemos fazer algo bonito para Deus.”

“A criança é a prenda de Deus para a família. Cada criança é criada na especial imagem e semelhança de Deus para grandes coisas, amar e ser amada.”

“A família que reza junta fica junta e, se fica junta irão amar-se uns aos outros como Deus ama cada um deles. Trabalhar para o amor é trabalhar para a paz.”

“A santidade não é um luxo de poucos. É um simples dever para mim e para ti.”

“Quanto menos possuirmos mais podemos dar; pode parecer impossível, mas não é, é simplesmente a lógica do Amor. Actualmente, no mundo, não há só fome de pão. Há sobretudo fome de amor, fome de ser querido, de ser amado.”

“A maior pobreza que conhecia não estava nas ruas e arredores de Calcutá, mas nos países ricos, onde falta o amor, e nas sociedades que permitem o aborto. Se conheces alguém que não ame o seu filho, ou que tenha medo de ter um filho e esteja grávida, diz-lhe, por favor, que mo dê a mim!”

Certo dia, um crítico da sua obra sugeriu-lhe que para acabar com a pobreza era melhor que “ensinasse a pescar, em vez de andar a dar peixe”, ao que a madre Teresa lhe respondeu: “Sabe? Mas é que as pessoas a quem ajudo não podem bastar-se a si mesmas, nem sequer se aguentam de pé, pelo que não podem segurar numa cana de pesca. Mas eu vou dar-lhes de comer e depois vou mandá-las ao senhor para que os ensine a pescar!”

Recolha de Ricardo Gonçalves,

Grupo de Jovens das Frias, Albergaria-a-Velha