Bento XVI manifestou a sua “vivíssima preocupação” em relação ao debate actualmente em curso no Luxemburgo, sobre a eutanásia e o suicídio assistido, ao receber o novo embaixador desse país na Santa Sé, no dia 18 de Dezembro. “Os responsáveis políticos, cujo dever é servir o bem do homem, bem como os médicos e as famílias, devem lembrar-se de que a decisão deliberada de privar um ser humano inocente da sua vida é sempre errada do ponto de vista moral e nunca pode ser lícita”, indicou. O Papa deixou um apelo para que o Luxemburgo se mantenha fiel às “suas raízes cristãs e humanistas”, procurando “promover o bem comum” e reafirmar “o carácter inviolável da vida humana”.
